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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Folheto Celebrativo | Memória de São João I, Papa e Mártir »

 


FOLHETO CELEBRATIVO
MEMÓRIA DE SÃO JOÃO I, PAPA E MÁRTIR
Cor: Vermelho




RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

Antífona de Entrada
A luz eterna brilhará para os vossos santos, Senhor,
e eles viverão eternamente, aleluia!

CÂNTICO DE ENTRADA
Salmo 112

ALELUIA, ALELUIA!
LOUVAI, Ó SERVOS DO SENHOR
LOUVAI O NOME DO SENHOR, ALELUIA!

BENDITO SEJA O NOME DO SENHOR, 
AGORA E PARA SEMPRE
DESDE O NASCER AO PÔR-DO-SOL 
SEJA LOUVADO O NOME DO SENHOR

O SENHOR É EXCELSO SOBRE TODOS OS POVOS
SUA GLÓRIA ULTRAPASSA AS ALTURAS DO CÉU
QUEM SE COMPARA AO SENHOR, NOSSO DEUS,
QUE TEM SEU TRONO NAS ALTURAS,
E DO ALTO OLHA O CÉU E A TERRA?

ELE LEVANTA DO PÓ O INDIGENTE
E TIRA O POBRE DA IMUNDÍCIE,
PARA, ENTRE OS PRÍNCIPES, FAZÊ-LO SENTAR, 
ENTRE OS GRANDES OS GRANDES DE SEU POVO

E A MULHER, QUE, ANTES, ERA ESTÉRIL, ELE A FAZ,
EM SUA CASA, MÃE FELIZ DE MUITOS FILHOS.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!


2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo +
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Senhor que encaminha nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: O Senhor Jesus que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama à conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, 
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha tão grande culpa. 
Em seguida, continuam:
E peço à Virghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.

4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres: KÝRIE ELÉISON
Ass: KÝRIE ELÉISON
Pres: CHRISTÉ ELÉISON
Ass: CHRISTÉ ELÉISON
Pres: KÝRIE ELÉISON
Ass: KÝRIE ELÉISON

Oração do Dia
De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.
Ó Deus, que exaltastes são João I. com a vitória do martírio, para a glória de vossa Igreja, dai-nos seguir seus passos na imitação da paixão do Senhor e conquistar a eterna alegria. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

5. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Primeira Leitura (At 18,1-8)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, Paulo deixou Atenas e foi para Corinto. Aí encontrou um judeu chamado Áquila, 
natural do Ponto, que acabava de chegar da Itália, e sua esposa Priscila, pois o imperador Cláudio 
tinha decretado que todos os judeus saíssem de Roma. Paulo entrou em contato com eles. 
E, como tinham a mesma profissão – eram fabricantes de tendas –, Paulo passou a morar com eles 
e trabalhavam juntos. Todos os sábados, Paulo discutia na sinagoga, procurando convencer judeus 
e gregos. Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo dedicou-se inteiramente à Palavra,
testemunhando diante dos judeus que Jesus era o Messias. Mas, por causa da resistência 
e blasfêmias deles, Paulo sacudiu as vestes e disse: “Vós sois responsáveis pelo que acontecer. 
Eu não tenho culpa; de agora em diante, vou dirigir-me aos pagãos”. Então, saindo dali, Paulo foi 
para a casa de um pagão, um certo Tício Justo, adorador do Deus único, que morava ao lado da
sinagoga. Crispo, o chefe da sinagoga, acreditou no Senhor com toda a sua família; e muitos coríntios,
que escutavam Paulo, acreditavam e recebiam o batismo.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.)

6. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Responsório Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 (R. cf. 2b)

O SENHOR FEZ CONHECER SEU PODER SALVADOR PERANTE AS NAÇÕES.
R: O SENHOR FEZ CONHECER SEU PODER SALVADOR PERANTE AS NAÇÕES.

CANTAI AO SENHOR DEUS UM CANTO NOVO, PORQUE ELE FEZ PRODÍGIOS! 
SUA MÃO E O SEU BRAÇO FORTE E SANTO ALCANÇARAM-LHE A VITÓRIA.

O SENHOR FEZ CONHECER A SALVAÇÃO, E ÀS NAÇÕES, SUA JUSTIÇA; 
RECORDOU O SEU AMOR SEMPRE FIEL PELA CASA DE ISRAEL.

OS CONFINS DO UNIVERSO CONTEMPLARAM A SALVAÇÃO DO NOSSO DEUS. 
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA, ALEGRAI-VOS E EXULTAI!


7. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
Aclamação do Evangelho
CF. Jo 14,18

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
EU NÃO VOS DEIXAREI ÓRFÃOS: EU IREI, MAS VOLTAREI, 
E O VOSSO CORAÇÃO MUITO HÁ DE SE ALEGRAR.

8. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

9. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João + + +
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Evangelho (Jo 16,16-20)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Pouco tempo ainda, e já não me vereis. 
E outra vez pouco tempo, e me vereis de novo”. Alguns dos seus discípulos disseram então entre si: 
“O que significa o que ele nos está dizendo: ‘Pouco tempo, e não me vereis, e outra vez pouco tempo, 
e me vereis de novo’, e: ‘Eu vou para junto do Pai?’”. Diziam, pois: “O que significa este pouco tempo?
Não entendemos o que ele quer dizer”. Jesus compreendeu que eles queriam interrogá-lo; 
então disse-lhes: ‘Estais discutindo entre vós porque eu disse: ‘Pouco tempo e já não me vereis, 
e outra vez pouco tempo e me vereis?’ Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos
lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se 
transformará em alegria”.

10. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

11. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

12. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
CÂNTICO DAS OFERENDAS
Ó morte, estás vencida!

Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA PELO SENHOR, PELO SENHOR DA VIDA.

1. O SERVO DO SENHOR FEZ SUA A NOSSA DOR.

2. POR FORÇA DESTA CHAGA, A VIDA É TRANSFORMADA.

3. A ALVORADA VEIO, COM O SENHOR NO SEIO.

4. TRANSFIGUROU-SE A CRUZ EM SÍMBOLO DE LUZ.

5. A PÁSCOA DO SENHOR REMIU A NOSSA DOR.

13. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

14. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

15. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

16. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
Pres: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

17. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

18. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

19. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

20. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Oração sobre as Oferendas
Pres: Aceitai, ó Deus, os dons para o sacrifício de reconciliação e louvor que vos oferecemos na festa do mártir são João I, para que obtenhamos o perdão e permaneçamos em ação de graças. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

Prefácio dos Mártires 
O testemunho do martírio

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelo mártir João I, que confessou o vosso nome e derramou seu sangue como Cristo, manifestais vosso admirável poder. Vossa misericórdia sustenta a fragilidade humana e nos dá coragem para sermos as testemunhas de Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com todos os vossos anjos e santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz.
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

21. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.

22. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.

23. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

24. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

25. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

26. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.

Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virghem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, João I e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa João, e de mim, vosso indigno servo, (e do meu irmão N., bispo desta Igreja de N.), com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.

2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.

3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

27. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

28. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

29. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

30. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

31. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

32. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

33. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

34. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

35. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

36. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

37. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
38. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
39. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Antífona da comunhão
Se o grão de trigo cai na terra e não morre, fica sozinho;
mas, se morrer, produzirá muitos frutos, aleluia.

CÂNTICO DA COMUNHÃO
Se amardes realmente

A MEU PAI EU ROGAREI, E VOS DARÁ OUTRO PARÁCLITO. 
ELE PERMANECERÁ CONVOSCO PARA SEMPRE.

1. NAÇÕES, GLORIFICAI AO NOSSO DEUS, 
ANUNCIAI EM ALTA VOZ O SEU LOUVOR!
É ELE QUEM DÁ VIDA À NOSSA VIDA 
E NÃO PERMITE QUE VACILEM NOSSOS PÉS.

2. "TODA A TERRA VOS ADORE COM RESPEITO 
E PROCLAME O LOUVOR DE VOSSO NOME!"
VINDE VER TODAS AS OBRAS DO SENHOR: 
SEUS PRODÍGIOS ESTUPENDOS ENTRE OS HOMENS!

3. TODOS VÓS QUE A DEUS TEMEIS, VINDE ESCUTAR: 
VOU CONTAR-VOS TODO BEM QUE ELE
ME FEZ! QUANDO A ELE O MEU GRITO SE ELEVOU, 
JÁ HAVIA GRATIDÃO EM MINHA BOCA!

4. SE EU GUARDASSE PLANOS MAUS NO CORAÇÃO, 
O SENHOR NÃO ME TERIA OUVIDO A VOZ.
ENTRETANTO, O SENHOR QUIS ATENDER-ME 
E DEU OUVIDOS AO CLAMOR DA MINHA PRECE.

40. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

41. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

42. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Recebemos, ó Deus, os dons celestes, alegrando-nos pela festa de hoje. Assim como anunciamos nesta Eucaristia a morte do vosso Filho, possamos participar, com os santos mártires, de sua ressurreição e sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

RITOS FINAIS

43. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
44. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac ou Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

1a. *Na festa de um Santo
Pres: O Deus que é nosso Pai e nos reuniu hoje para celebrar a festa de São João I, vos abençoe, vos proteja de todo o mal, e vos confirme na sua paz.
Ass: Amém.

Pres: O Cristo Senhor, que manifestou em São João I a força renovadora da Páscoa, vos torne testemunhas do seu Evangelho.
Ass: Amém.

Pres: O Espírito Santo, que em São João I nos ofereceu um sinal de solidariedade fraterna, vos torne capazes de criar na Igreja uma verdadeira comunhão de fé e amor.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde: 
Ass: Amém.

45. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

46. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
47. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

CÂNTICO FINAL
Augusta Rainha do Céu

Ó AUGUSTA RAINHA DO CÉU, SOBERANA DOS ANJOS
RECEBESTE DE DEUS O PODER E A MISSÃO
DE PISAR A CABEÇA DO MAL E POR ISSO ROGAMOS A VÓS
QUE ENVIEIS O EXÉRCITO CELESTE PARA NOS AJUDAR

SALVE MARIA AUGUSTA RAINHA DO CÉU
AO TEU COMANDO OS ANJOS BATALHARÃO E VENCERÃO

PERSEGUINDO OS DEMÔNIOS
COMBATENDO TODOS ELES
REPRIMINDO SUA AUDÁCIA
PRECIPITANDO OS NO ABISMO

Folheto publicado sob a permissão do Sumo Pontífice, Sua Santidade João XII

+ Dom Gabriel Aloisius
Prefeito do Dicastério para Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica
Prefeito da Casa Pontifícia 
Reitor do Seminário Geral Mater Dei 

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Folheto Celebrativo » 5º Domingo do Tempo Comum »

 


FOLHETO CELEBRATIVO

5º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Cor Litúrgica: Verde

 RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA
Salmo 94

ENTRAI, INCLINAI-VOS E PROSTRAI-VOS:
ADOREMOS O SENHOR QUE NOS CRIOU,
POIS ELE É NOSSO DEUS

FELIZ O HOMEM QUE NÃO PROCEDE 
CONFORME O CONSELHO DOS ÍMPIOS
NÃO TRILHA O CAMINHO DOS PECADORES
NEM SE ASSENTA ENTRE OS ESCARNECEDORES

FELIZ AQUELE QUE SE COMPRAZ NO SERVIÇO DO SENHOR
E MEDITA SUA LEI DIA E NOITE

PORQUE O SENHOR VELA O CAMINHO DOS JUSTOS
AO PASSO QUE O DOS ÍMPOS LEVA À PERDIÇÃO

Antifona de Entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6).

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
     Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo +.
    O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguinte fórmula:
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
     O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.

CANTO PENITENCIAL

Solo: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
Todos: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.

Solo: CRISTO TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!
Todos: CRISTO TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!

Solo: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
Todos: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.

HINO DE LOUVOR

Forma cantada:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS

SENHOR DEUS REI DO CÉU,
DEUS PAI TODO PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS,
NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!

SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

SÓ VOS SOIS O SANTO,
SÓ VOS O SENHOR,
SÓ VOS O ALTÍSSIMO,
JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO;
NA GLÓRIA DE DEUS PAI,
AMÉM!

Forma rezada:

Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
     E todos oram em silêncio por um tempo.
   Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração.
Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

PRIMEIRA LEITURA
(Isaías 58,7-10)

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías:
Assim diz o Senhor: Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os pobres e peregrinos. Quando encontrares um nu, cobre-o, e não desprezes a tua carne. Então, brilhará tua luz como a aurora e tua saúde há de recuperar-se mais depressa; à frente caminhará tua justiça e a glória do Senhor te seguirá. Então invocarás o Senhor e ele te atenderá, pedirás socorro, e ele dirá: “Eis-me aqui”. Se destruíres teus instrumentos de opressão, e deixares os hábitos autoritários e a linguagem maldosa; se acolheres de coração aberto o indigente e prestares todo o socorro ao necessitado, nascerá nas trevas a tua luz e tua vida obscura será como o meio-dia.
Leitor: Palavra do Senhor.
     Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Salmo Responsorial Sl 111(112),4-5.6-7.8a.9 (R. 4a.3b)

Salmista: UMA LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA O JUSTO, PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ.
Todos: UMA LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA O JUSTO, PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ.

ELE É CORRETO, GENEROSO E COMPASSIVO,
COMO LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA OS JUSTOS.
FELIZ O HOMEM CARIDOSO E PRESTATIVO,
QUE RESOLVE SEUS NEGÓCIOS COM JUSTIÇA.

PORQUE JAMAIS VACILARÁ O HOMEM RETO, SUA LEMBRANÇA PERMANECE ETERNAMENTE!
ELE NÃO TEME RECEBER NOTÍCIAS MÁS;
CONFIANDO EM DEUS, SEU CORAÇÃO ESTÁ SEGURO.

SEU CORAÇÃO ESTÁ TRANQUILO E NADA TEME.
ELE REPARTE COM OS POBRES OS SEUS BENS,
PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ
E CRESCERÃO A SUA GLÓRIA E SEU PODER.

\SEGUNDA LEITURA
(1 Coríntios 2,1-5)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado. Aliás, eu estive junto de vós, com fraqueza e receio, e muito tremor. Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens.
Leitor: Palavra do Senhor.
     Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA! 

POIS EU SOU A LUZ DO MUNDO, QUEM NOS DIZ NOS DIZ É O SENHOR;
E VAI TER A LUZ DA VIDA QUEM SE FAZ MEU SEGUIDOR

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
     O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
 (Mateus 5,13-16)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
     O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
     
     O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
     O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO DE OFERTÓRIO

UM CORAÇÃO PARA AMAR,
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE.

EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU 


QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.


21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
     Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE OFERENDAS

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
 O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; 
Recebei, ó Pai, as oferendas que vos apresentamos na festa de santa Maria Madalena, cuja demonstração de amor vosso Filho acolheu com misericordiosa bondade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO COMUM I
A restauração universal em Cristo

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: 
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes que ele fosse o fundamento de todas as coisas e a todos destes participar de sua plenitude. Sendo verdadeiro Deus, despojou-se de sua glória. E, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro. Elevado acima de toda criatura, tornou-se fonte da salvação para todos os que fazem a sua vontade. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

 O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
     une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
     O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
     O sacerdote une as mãos.

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
     toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
     Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
     toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
     Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
     O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
     O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bentocom os nossos bispos e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DE COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
 
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
 Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

Antifona de Comunhão: Demos graças ao Senhor por sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).

CANTO DE COMUNHÃO
Louvai ao Senhor

ALELUIA. LOUVAI O SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
PORQUE ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA.

1. DIGA A CASA DE ISRAEL: “ETERNA É SUA MISERICÓRDIA”
PROCLAME A CASA DE AARÃO: “ETERNA É SUA MISERICÓRDIA”
E VÓS, QUE TEMEIS O SENHOR, REPETI: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA”

2. COMIGO ESTÁ O SENHOR, NADA TEMO; QUE MAL ME PODERIA AINDA FAZER UM HOMEM?
MAIS VALE PROCURAR REFÚGIO NO SENHOR DO QUE CONFIAR NO HOMEM.
MAIS VALE PROCURAR REFÚGIO NO SENHOR DO QUE CONFIAR NOS GRANDES DA TERRA. AINDA QUE ME CERCASSEM TODAS AS NAÇÕES PAGÃS, EU AS ESMAGARIA EM NOME DO SENHOR.
AINDA QUE ME ASSEDIASSEM DE TODOS OS LADOS, EU AS ESMAGARIA EM NOME DO SENHOR.

3. BENDITO SEJA O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! DA CASA DO SENHOR NÓS VOS BENDIZEMOS.
O SENHOR É NOSSO DEUS, ELE FEZ BRILHAR SOBRE NÓS A SUA LUZ. ORGANIZAI UMA FESTA COM PROFUSÃO DE COROAS.
E CHEGUEM ATÉ OS ÂNGULOS DO ALTAR. SOIS O MEU DEUS, VENHO AGRADECER-VOS.
VENHO GLORIFICAR-VOS, SOIS O MEU DEUS.
DAI GRAÇAS AO SENHOR PORQUE ELE É BOM, ETERNA É SUA MISERICÓRDIA.


ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração.
Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

CANTO FINAL
Salve Regina

SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE
VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE
AD TE CLAMAMUS, EXSULES FILII HEVAE

AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES
IN HAC LACRIMARUM VALLE
EIA, ERGO, ADVOCATA NOSTRA, ILLOS TUOS
MISERICORDES OCULOS AD NOS CONVERTE

ET JESUM, BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI
NOBIS POST HOC EXILIUM OSTENDE

O CLEMENS
O PIA
O DULCIS VIRGO MARIA